Cirurgia Mini-Traumática

Efectuar operações com um mínimo de inconveniente  para o doente, nomeadamente de sofrimento, acelarando ao máximo a recuperação e retorno à vida normal é, sem dúvida, o objectivo principal de todos os cirurgiões

 

O interesse do Dr. Dinis Carmo pelas técnicas mini-traumáticas remonta ao início dos anos 80, altura em trabalhava na unidade de cirurgia da mão do Hospital Baragwanath, em Joanesburgo, África do Sul. Nesse hospital verifica-se um número elevadíssimo de feridas por arma branca, com cortes de tendões, nervos, artérias e veias, nomeadamente a nível do membro superior. Devido às suas reduzidas dimensões, a maior parte destas lesões tinham de ser reparadas com o recurso ao microscópio cirúrgico ou a lupas de aumento cirúrgicas. O Dr. Dinis treinou-se intensivamente neste tipo de cirurgia, tendo atingido o nível técnico necessário para realizar reimplantes de partes amputadas e transplante de outras. No dia 1 de Janeiro de 1986 dia feriado e por ser época de férias na África do Sul, viu-se na necessidade de reimplantar sozinho um polegar na mão de um paciente.

 

Embora já não pratique este tipo específico de cirurgia, os ensinamentos adquiridos foram-lhe extremamente úteis em todas as outras áreas do corpo humano.

 

Por exemplo, ainda na 2ª metade dos anos 80s utilizava já magnificação para a cirurgia da coluna, prática que mantém até hoje.

 

Toda a cirurgia do pé é efectuada igualmente com o recurso a lupas cirúrgicas.

 

A artroscopia começou a ser a sua principal técnica cirúrgica a partir dos anos 90. Os espectaculares avanços técnicos verificados por essa altura, permitindo efectuar com êxito os mais variados actos cirúrgicos a nível articular ( e não apenas a mera artroscopia diagnóstica), fez com que o seu interesse aumentasse de maneira a esta se tornar a técnica cirúrgica que mais pratica actualmente.

 

Mas mais do que a TÉCNICA ficaram os PRINCÍPIOS.

 

Quem pratica microcirurgia sabe ser absolutamente fundamental respeitar ao máximo a integridade física dos tecidos, porque as suas pequenas dimensões não lhes permitem tolerar agressões desnecessárias, sob pena da cirurgia ser um desastre. Embora a tolerância dos tecidos seja basicamente proporcional ao seu tamanho, a prática levou-o à conclusão que o que era bom para o pintaínho não podia ser mau para o galo.

 

A prática, durante a cirurgia, de actos traumáticos que podem ser evitados é no mínimo desnecessária e potencialmente prejudicial ou mesmo perigosa. O respeito meticuloso pela anatomia e pela integridade  dos tecidos, evitando ao máximo a agressão cirúrgica, é uma das regras fundamentais que este cirurgião tenta sempre respeitar.

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